terça-feira, 31 de julho de 2012
"POR UM MANDATO DO POVO TRABALHADOR"
Meu nome é WILSON DE DEUS e eu tenho 33 anos. Profissional da área de segurança, sou casado com Lucilene P. dos Santos a Lú. Filho de migrantes nordestinos, nasci no bairro da Casa Verde, em São Paulo, e no inicio da década de 90 vim com a família para a Vila Rosina, em Caieiras. Tive uma infância marcada por dificuldade, que se acentuaram com a morte precoce dos meus pais, o que me obrigou a assumir, aos 15 anos, a responsabilidade pela família. Mais minha história é de superação.
Meu interesse por política surgiu na escola, quando tive o primeiro contato com as ideias do SOCIALISMO. Com o objetivo de participar de forma mais ativa da vida da cidade, ingressei no PCdoB de Caieiras e, em 2008, já na direção, conduzi o partido a uma coligação co o PT, em apoio à candidatura de Miranda a prefeito. Também engajei-me nos movimentos sociais, tendo participado das CONFERÊNCIAS DO CONSELHO MUNICIPAL DA ASSISTÊNCIA SOCIAL E CONFERÊNCIA MUNICIPAL DA CRIANÇA E ADOLESCENTE sendo eleito delegado e representando a cidade de Caieiras na CONFERÊNCIA ESTADUAL DA ASSISTÊNCIA SOCIAL.
Em 2011, filiei-me ao PARTIDO DOS TRABALHADORES, e agora sou candidato a vereador para lutar pelas mudanças políticas e sociais que o povo trabalhador tanto espera em Caieiras.
Segue algumas propostas de lutas para melhorar a vida do povo trabalhador de Caieiras;
- SAÚDE: MÉDICO DA FAMÍLIA E MODERNIZAÇÃO DAS UBS.
- TRANSPORTE: PASSE LIVRE PARA ESTUDANTES E CRIAÇÃO DO COMITÊ DE USUÁRIOS DO TRANSPORTE PÚBLICO.
- MEIO AMBIENTE: ADEQUAÇÃO À LEI DOS RESÍDUOS SÓLIDOS E IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA.
- EDUCAÇÃO: ESCOLA DE PERÍODO INTEGRAL MAIS COM PRÁTICAS ESPORTIVAS E CULTURAIS, APLICAR A LEI DO PISO PARA PROFESSORES, ADERIR AOS PROGRAMAS DO GOVERNO FEDERAL COMO "BRASIL CARINHOSO".
- ESPORTE E LAZER: ESTRUTURAÇÃO DOS GINÁSIOS POLIESPORTIVO COM PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FISICA, REESTRUTURAÇÃO DO CRISTO PARA SERVIR DE PONTO TURÍSTICO.
Essas são algumas propostas da minha candidatura, por isso peço seu voto no dia 7 de outubro.
A mudança só depende de você!!!!
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Vereadores sem cultura politica "vendem" seus mandatos para o executivo por meio de distribuição de cargos
Os 68.544 vereadores que serão eleitos no dia 7 de outubro por cerca de 140 milhões de eleitores em 5.568 municípios terão a tarefa de fiscalizar as prefeituras municipais, além de criar e modificar leis restritas às cidades. Cabe a eles verificar, por exemplo, como o dinheiro público é aplicado e criar ou alterar o plano diretor de ocupação urbana de sua cidade.
Podem se candidatar a vereador os maiores de 18 anos que tenham título de eleitor há mais de um ano no município onde pretendem disputar o cargo e sejam filiados a um partido político há mais de um ano das eleições.
Apesar de estar definido em lei quem pode se candidatar qual é a missão dos eleitos, especialistas afirmam que a função do vereador está desvirtuada por pelo menos dois motivos. O primeiro está no fato de muitas prefeituras cooptarem os vereadores por meio da distribuição de cargos na administração local e do uso do dinheiro público. O segundo fator, relacionado e influenciado pelo primeiro, é a falta de cultura política do eleitorado, que não acompanha o trabalho dos vereadores depois de empossados.
“A função das câmaras de Vereadores foi esvaziada. Os vereadores não cumprem seu papel, não fiscalizam. Quem legisla, de fato, é o Poder Executivo. As prefeituras não têm importância nenhuma para o eleitor”, critica Cláudio Abramo, do site Transparência Brasil. “Os prefeitos 'compram' suas bases por meio da distribuição de cargos”, lamenta.
O cientista político Fábio Wanderley dos Reis, professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais tende a concordar com Abramo. “Não tem nada que aconteça de relevante [nas câmaras de Vereadores]. O poder foi posto de lado e depois jogado fora”, disse Wanderley, ao comentar que vereadores “se ocupam mais em mudar nome de rua” ou escolher pessoas para prestar homenagem em sessões especiais.
O advogado Walter Costa Porto, ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e historiador especializado em eleições no Brasil, porém, tem visão mais positiva dos vereadores e diz que eles participam da administração municipal. Costa Porto reconhece, porém, que o sistema de votação proporcional dentro de coligações partidárias cria uma disfunção grave. “O eleitor não sabe para onde vai seu voto. Ninguém conhece as listas partidárias. Vota em um candidato a vereador e elege outro.”
A representação local – câmaras dos Vereadores – é o sistema de eleitoral mais antigo do Brasil. Segundo Walter Costa Porto, a primeira eleição para os “conselhos da câmara” ocorreu em 1.535 vilas no interior do que hoje é o estado de São Paulo.
Para ele, apesar da antiguidade, o sistema eleitoral, associado ao desinteresse e desconhecimento dos eleitores, “faz da democracia no Brasil um simulacro [imitação]”. O problema se agrava com a impunidade concedida pelos próprios eleitores. “Falta educação cívica. Ninguém é punido pelo voto”, diz o advogado, ao salientar que é comum os eleitores esquecerem para quem foi seu voto para vereador, assim como para deputado estadual e deputado federal.
“O grau de politização é muito baixo. Muitos eleitores votam por obrigação” e “há uma crise de confiança no Legislativo”, afirma Carlos Eduardo Meirelles Matheus, líder do Comitê de Opinião Pública da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisas (Abep) e ex-diretor do Instituto Gallup de Opinião Pública.
Apesar de crítico, Matheus ressalta que os vereadores exercem o mandato como “intermediários” entre os eleitores e a prefeitura. “Nas cidades maiores, eles trabalham pelos bairros e encaminham solicitações”. Ele diz que a proximidade dá “um pouco mais de transparência” aos mandatos dos vereadores.
De acordo com o site Transparência Brasil, o custo de funcionamento do Poder Legislativo no Brasil (câmaras de Vereadores, assembleias legislativas, Câmara dos Deputados e Senado Federal) é, em média, R$ 115,27 por ano para cada um dos brasileiros que moram nas capitais. O valor varia de cidade em cidade.
“A Câmara de Vereadores mais cara por habitante é a de Palmas, capital do Tocantins, que custa anualmente R$ 83,10 para cada morador da cidade. A mais barata é a da capital paraense, Belém, com R$ 21,09 por ano”, descreve o site, que também monitora as propostas e votações nas duas maiores câmaras de Vereadores do país: São Paulo e Rio de Janeiro.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
O Voto Consciente e sua Importância
Votar é um Ato de cidadania!
É muito comum ouvirmos que todos os políticos são iguais e que o voto é apenas uma obrigação. Muitas pessoas não conhecem o poder do voto e o significado que a política tem em suas vidas.
Quando se vai a uma urna eletrônica escolher os candidatos que serão os representantes nos próximos quatro anos, a responsabilidade aumenta e então é hora de se empenhar para que a escolha seja boa não apenas para você, mas para uma coletividade.
A importância do voto
Numa democracia, como ocorre no Brasil, as eleições são de fundamental importância, além de representar um ato de cidadania. Possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem diretamente em nossas vidas. Escolher um péssimo governante pode representar uma queda na qualidade de vida. Sem contar que são os políticos os gerenciadores dos impostos que nós pagamos. Desta forma, precisamos dar mais valor a política e acompanharmos com atenção e critério tudo que ocorre em nossa cidade, estado e país.
Dicas para votar conscientemente
Muitas pessoas não querem pesquisar sobre os candidatos que vão votar, por isso, vão na primeira sugestão que aparece como aquele que mora no bairro, ou que está na placa que está na rua, ou no mais famoso, sem se importar com o histórico de vida dele. Têm ainda os eleitores que se apegam ao fato do candidato arranjar um bom emprego para ele, mas isto não é certo e não agira pensando na coletividade.
A primeira dica para um voto consciente é sempre estar por dentro do passado, dos valores e do caráter do candidato. Temos que aceitar a idéia de que os políticos não são todos iguais. Existem políticos corruptos e incompetentes, porém muitos são dedicados. Mas como identificar um bom político?
Caso o nome dele conste em escândalos de corrupção, cassação, renúncia e outras mazelas políticas, é melhor nem arriscar para dar seu voto.
Mas têm os que possuem uma Ficha Limpa, porém, mesmo assim não é uma boa opção porque não possuem projetos e idéias. Dar o voto para eles também não é uma demonstração de votar conscientemente!
O voto deve ser valorizado e ocorrer de forma consciente. Devemos votar em políticos com um passado limpo e com propostas voltadas para a melhoria de vida da coletividade.
O Brasil precisa de eleitores maduros, que queiram colaborar com o progresso do país e para isso é preciso pesquisar, conhecer e exercer o papel de eleitor.
Durante a campanha eleitoral
Nesta época é difícil tomar uma decisão, pois os programas eleitorais nas emissoras de rádio e tv parecem ser todos iguais. Procure entender os projetos e idéias do candidato que você pretende votar. Será que há recursos disponíveis para que ele execute aquele projeto, caso chegue ao poder? Nos mandatos anteriores ele cumpriu o que prometeu? O partido político que ele pertence merece seu voto? Estes questionamentos ajudam muito na hora de escolher seu candidato.
Conclusão
Como vimos, votar conscientemente dá um pouco de trabalho, porém os resultados são positivos. O voto, numa democracia, é uma conquista do povo e deve ser usado com critério e responsabilidade. Votar em qualquer um pode ter conseqüências negativas sérias no futuro, sendo que depois é tarde para o arrependimento. Por isso nessas eleições, faça valer o seu direito de cidadania, faça valer o seu voto,
VOTE CONSCIENTE! ESCOLHA O SEU CANDIDATO PELAS PROPOSTAS E NÃO POR ELE TER FEITO UM FAVOR PARA VOCÊ
Assinar:
Comentários (Atom)

